Clique aqui para baixar o Plano Pastoral Paroquial 2014/2019 (PDF)

Apresentação capa_ppp2014_psc Ao assumir, a exemplo da CNBB-Regional Sul IV, o atual obje­tivo geral da ação evangelizadora da Igreja no Brasil – Evangelizar, a partir do encontro com Jesus Cristo, como discípulos missionários, à luz da evangélica opção preferencial pelos pobres, promovendo a dignidade da pessoa, renovando a comunidade, participando da construção de uma sociedade justa e solidária, para que todos tenham Vida e a tenham em abundância (Jo 10,10). A Arquidiocese de Florianópolis publicou suas novas Diretrizes da Ação Evangelizadora. Dessa forma, a Paróquia dos Sagrados Corações, atra­vés do Conselho de Pastoral Paroquial (CPP) toma a decisão de seguir essas diretrizes e inicia, em novembro de 2007, a discussão para a ela­boração do Plano de Pastoral Paroquial. Para tanto, o Conselho formou equipe específica a fim de desenvolver o processo de planejamento pa­roquial, que é um organismo vivo e dinâmico e que terminou formal­mente e aprovado na Assembleia Paroquial em 19.06.2010. No decorrer do processo de planejamento algumas perguntas ou indagações surgiram: Afinal, o que é o Plano de Pastoral Paroquial? – É um modo de trabalhar responsável, solidário e organizado; – Consiste em determinar os objetivos que devem ser alcan­çados e organizar os meios para alcança-los; – É um meio para renovar a Igreja por meio de um processo de crescimento do qual participam todos os membros da comunidade. Para que serve Planejamento de Pastoral? – Para que a Igreja seja mais fiel a Jesus e cumpra melhor a missão que lhe confiou; – Para transformar em vida a doutrina da Igreja sobre si mesma. Ressalta-se que um bom Planejamento não deve ficar esque­cido à dimensão missionária, pois disse Paulo VI —Será que a asfixia espiritual, na qual se encontram tantos indivíduos em instituições católicas, não teria origem na prolongada ausência de autêntico espírito missionário? Cabe lembrar as palavras motivadoras de Padre Vilson em 18.07.09: – Todos querem Jesus e não querem as causas de Jesus; – Plano de Pastoral e a Mística —Elaborado a partir das Comuni­dades e as Periferias; – Acolhida é o fator primordial em todos os sentidos para o Ní­vel de Igualdade, já dizia o Documento de Aparecida —A Igre­ja tem que SER = Acolhedora, Misericordiosa, Esperançosa, Anunciadora e Profética, ou seja, Igreja Itinerante com discí­pulos missionários; – Então, a solução é construir pastorais sociais, rede de parcerias, mexer com as estruturas, reorientar o papel civil, controle social dos bens tendo metas, planos e projetos; – Enfim , “Somos Dele e Vivemos por Ele”. Assim, agradecemos por poder contribuir para a promoção dos exclu­ídos, oferecendo-lhes, junto com o Pão da Palavra e da Eucaristia, também o nosso apoio nas lutas pelos direitos à vida digna. Temos muitas razões para manifestar nossa alegria de ser discípulos missionários de Jesus Cris­to. Continua valendo, em nossa obra missionária, o lema do Centenário: “De graça recebestes, de graça dai”(Mt 10,8). Numa época de profundas e sucessivas mudanças, nossa Igreja é cha­mada com coragem, entusiasmo e criatividade a proclamar a mensagem do Evangelho, para que todos de nossa comunidade tenham vida e a tenham em abundância. As condições de vida de excluídos e ignorados contradizem o pro­jeto do Pai e nos desafiam a um maior compromisso em favor da vida. A evan­gelização é tarefa de todos. A missão não é tarefa opcional, mas integrante da identidade cristã. Exige conversão pessoal; na linha da Santidade Evangélica e, conversão pastoral; na linha de zelo apostólico. Queremos que nossas comu­nidades, nossas pastorais e nossos movimentos tenham a marca da missão. Seremos missionários na medida em que respondermos aos grandes problemas da sociedade. Somos conscientes de nossos limites, sobretudo da insuficiência de agentes de pastoral, em particular de presbíteros, mas não esmoreceremos, pois somos animados pelo mesmo Espírito que impeliu os apóstolos à missão.

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